Textos, parlendas, trava-línguas e adivinhas sobre Folclore

Textos, parlendas, trava-línguas e adivinhas sobre Folclore

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Conheça algumas das Lendas e Mitos do nosso folclore, visitando nossa postagem cliclando aqui.

Texto sobre o que é Folclore com desenho para colorir
FOLCLORE É O CONJUNTO DE TRADIÇÕES E CRENÇAS POPULARES EM
FORMA DE PROVÉRBIOS, CONTOS, CANÇÕES.
VOCÊ JÁ SABE MUITO DO FOLCLORE BRASILEIRO.
APRENDEU COM O VOVÔ E A VOVÓ, O PAPAI E A MAMÃE, OS
AMIGOS E VIZINHOS E NA ESCOLA.
LEMBRA-SE DOS TRAVA-LÍNGUAS, DAS CANTIGAS DE NINAR,
ADIVINHAS E PARLENDAS? E DAS BRINCADEIRAS COM PIÃO, PETECA,
PIPA, CAVALINHO DE PAU, BOLA DE MEIA, BONECA DE PANO?

Texto sobre o que é Floclore

Texto sobre Folclore

Textos sobre os personagens do Folclore
Conheça alguns personagens do folclore e faça um colorido bem bonito neles.

Eu sou o saci, um menino levado! ‘ gosto de fazer bagunça e de pregar peça nas pessoas.
Uso um gorrinho e uma tanga vermelhos, tenho uma perna só, e vivo com um cachimbo na boca.

Eu sou o curupira! Tenho cabelos e pêlos vermelhos, e dentes verdes.
Sou o guardião das florestas e dos animais. Tenho pés virados para trás para enganar caçadores e lenhadores que entram na mata para caçar e derrubar árvores.

Eu sou a iara, mas as pessoas me chamam também de mãe d’água. Protejo os rios, lagoas e lagos. Sou muito bonita e meu canto atrai os pescadores. Gosto de pentear meus longos cabelos, e me olhar no espelho.

Textos sobre os personagens do Folclore

Texto sobre os personagens do Folclore

Textos sobre Parlendas
No folclore, parlendas sao frases e ditos que, por serem muito repetidos, ficaram gravados na memória das pessoas.
Antigamente as parlendas eram muito usadas para iniciar brincadeiras, e determinar quem seria o primeiro participante a iniciar o jogo.

Lá em cima do piano
Tem um copo de veneno.
Quem bebeu morreu.
O culpado não fui eu.

Sola, sapato,
Rei, rainha,
Aonde quereis
Que eu vá dormir?
Na casa
Da aninha.

Texto sobre parlendas

Texto sobre parlendas

Parlendas para ler em voz alta

Fui à feira comprar uva encontrei uma coruja eu pisei no rabo dela me chamou de cara suja!
Pisei na pedrinha a pedrinha rolou pisquei pro mocinho o mocinho gostou. Contei pra mamãe a mamãe nem ligou contei pro papai a chinela cantou!

Textos de folclore Parlendas

Parlendas para recitar

Trava-línguas em uma frase para ler em voz alta

O PEITO DO PÉ DO PAI DO PADRE PEDRO É PRETO.
A BABÁ BOBA BEBEU O LEITE DO BEBÊ .
O DEDO DO DUDU É DURO
A RUA DE PARALELEPÍPEDO É TODA PARALELEPIPEDADA.
QUEM A PACA CARA COMPRA , CARA A PACA PAGARÁ
O PAPA PAPA O PAPO DO PATO .
FAROFA FEITA COM MUITA FARINHA FOFA FAZ UMA FOFOCA FEIA
NORMA NINA O NENÊ DA NEUZA
A CHAVE DO CHEFE CHAVES ESTÁ NO CHAVEIRO .
SABIA QUE A MÃE DO SABIÁ SABIA QUE SABIÁ SABIA ASSOBIAR?
UM LIMÃO , DOIS LIMÕES , MEIO LIMÃO .
É MUITO SOCÓ PARA UM SOCÓ SÓ COÇAR!
NUNCA VI UM DOCE TÃO DOCE COMO ESTE DOCE DE BATATA-DOCE!
O PADRE POUCA CAPA TEM, POUCA CAPA COMPRA .
CHEGA DE CHEIRO DE CERA SUJA !
É PRETO O PRATO DO PATO PRETO
BAGRE BRANCO ; BRANCO BAGRE
UM TIGRE , DOIS TIGRES , TRÊS TIGRES.
TRÊS TRISTES TIGRES TRIGO COMIAM

Trava-línguas longas para ler em voz alta

A ARANHA E A JARRA
Debaixo da cama tem uma jarra.
Dentro da jarra tem uma aranha.
Tanto a aranha arranha a jarra,
Como a jarra arranha a aranha.

A LARGATIXA DA TIA
Larga a tia, largatixa!
Lagartixa, larga a tia!
Só no dia em que a sua tia
Chamar a largatixa de lagartixa.

CAJU
O caju do Juca
E a jaca do cajá.
O jacá da Juju
E o caju do Cacá.

LUZIA E OS LUSTRES
Luzia listra os
Lustres listrados.

MALUCA
Tinha tanta tia tantã.
Tinha tanta anta antiga.
Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta.

MOLENGA
Maria-mole é molenga.
Se não é molenga
não é maria-mole.
É coisa malemolente,
nem mala, nem mola,
nem maria, nem mole.

NÃO CONFUNDA!
Não confunda ornitorrinco
Com otorrinolaringologista,
Ornitorrinco com ornitologista,
Ornitologista com otorrinolaringologista,
Porque ornitorrinco é ornitorrinco,
Ornitologista, é ornitologista,
E otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.

O DESENLADRILHADOR
Essa casa está ladrilhada.
Quem a desenladrilhará?
O desenladrilhador que a desenladrilhar,
Bom desenladrilhador será !

O TECELÃO
Tecelão tece o tecido
Em sete sedas de Sião
Tem sido a seda tecida
Na sorte do tecelão

ATRÁS DA PIA
Atrás da pia tem um prato
Um pinto e um gato
Pinga a pia, apara o prato
Pia o pinto e mia o gato.

SAPO NO SACO
Olha o sapo dentro do saco
O saco com o sapo dentro
O sapo batendo papo
E o papo soltando vento.


VELHO FÉLIX
Lá vem o velho Félix,
Com um fole velho nas costas,
Tanto fede o velho Félix,
Como o fole do velho Félix fede.

TEMPO
O tempo perguntou ao tempo,
Quanto tempo o tempo tem,
O tempo respondeu ao tempo,
Que não tinha tempo,
De ver quanto tempo,
O tempo tem.

SEU TATÁ
O seu Tatá tá?
Não, o seu Tatá não tá,
Mas a mulher do seu Tatá tá.
E quando a mulher do seu Tatá tá,
É a mesma coisa que o seu Tatá tá,tá?

O PINTOR PORTUGUÊS
paulo pereira pinto peixoto,
pobre pintor português,
pinta perfeitamente
portas, paredes e pias,
por parco preço, patrão.

O RATO ROEU
O rato roeu a roupa do rei de Roma,
o rato roeu a roupa do rei da Rússia,
o rato roeu a roupa do Rodovalho…
o rato a roer roía.
E a Rosa Rita Ramalho
do rato a roer se ria.
A rata roeu a rolha
da garrafa da rainha.

O PINTO PIA
A pipa pinga.
Pinga a pipa,
o pinto pia.
Pipa pinga.
Quanto mais
o pinto pia
mais a pipa pinga.

GATO ESCONDIDO
Gato escondido
com rabo de fora
tá mais escondido
que rabo escondido
com gato de fora.

O SABIÁ
Sabia que o sabiá
sabia assobiar?

PAPA PAPÃO
Se o papa papasse pão.
Se o papa papasse papa.
Se o papa papasse tudo,
Seria um papa papão.

O RATO
O rato roeu a roupa,
Do rei de Roma.
e a rainha, de raiva,
roeu o resto

PALMINHA
Palma, palminha,
Palminha de Guiné
Pra quando papai vié,
Mamãe dá a papinha,
Vovó bate cipó,
Na bundinha do nenê.

SABER
Sabendo o que sei e sabendo
O que sabes e o que não sabes
E o que não sabemos, ambos saberemos
Se somos sábios, sabidos
Ou simplesmente saberemos
Se somos sabedores.

BÃO BBALALÃO
Bão, babalão,
Senhor Capitão,
Espada na cinta,
Ginete na mão.
Em terra de mouro
Morreu seu irmão,
Cozido e assado
No seu caldeirão

Ou Bão-balalão!(variação)
Senhor capitão!
Em terras de mouro
Morreu meu irmão,
Cozido e assado
Em um caldeirão;

Lanço o laço no salão.
O lenço, lanço. A lança, não.

Tatu tauató, tatuetê taí.
Tem tanto tatu, não tem

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